Uma ajeitadinha básica



 Carlos Zambrotti/AgNews

Nova cara do blog do Rodrigo Faro


Esse blog estréia hoje com uma nova cara, com algumas novidades. 

A primeira delas e acho que será a mais bacana será a do seguidores. Quem quiser agora, pode seguir o blog diretamente, seja pelo "Seguidores" do google, seja pelo Twitter.

Informação sobre o Rodrigo agora não irá faltar. 

Você também pode receber notícias não só do Rodrigo, como de outros famosos. É só assinar a newsletter e receber no seu email, uma mensagem por dia que te atualiza de tudo o que acontece. 

O blog ficou mais leve, menos poluído e pronto para ser navegado. Espero que tenha gostado. 

Qualquer dúvida é só entrar em contato. 

Abraço da editora do Blog, 

Dani

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Jabá!

Finalistas do programa Ídolos estão confinados em mansão

Finalistas do programa Ídolos estão confinados em mansão

 

Na quarta-feira (7), a emoção rolou solta mais uma vez no programa Ídolos, da Record. Depois de escolherem os seis finalistas do sexo masculino, foi a vez das seis mulheres serem eleitas. 

A partir desta quinta-feira (8), os 12 finalistas intitulados de Top 12 entram na mansão Ídolos, para enfrentar uma dura preparação. Isto inclui uma rotina puxada de ensaios e preparações vocais e corporais. Tudo para impressionar os jurados Paula Lima, Marco Camargo e Luiz Calainho. 
 
A casa, com quatro quatros, tem estúdio e uma preparadora vocal, para que os candidatos a ídolo possam estudar e ensaiar as músicas. Mas, antes de subirem ao palco, os candidatos terão também uma preparadora corporal.

A partir de agora, na fase intitulada Concertos, os candidatos vão se apresentar às terças-feiras e a eliminação será às quartas, anunciadas pelo comandante da atração, Rodrigo Faro. Vale lembrar que, nesta fase, a decisão caberá ao público.

Até a grande final, em 16 de dezembro, a cada semana, uma pessoa será eliminada. 

Durante os dois meses de confinamento na mansão, os participantes não poderão receber visitar e muito menos telefonemas de familiares ou amigos. Isso significa que podem rolar intrigas e muitas emoções, na disputa para saber quem será o próximo ídolo brasileiro da música.

Confira abaixo quem são os Top 12:

- Diego Moraes, 23 anos, de Campinas/SP. Cantou Metamorfose Ambulante, de Raul Seixas
- Marcos Paulo, 19 anos, de Manaus/AM garantiu a vaga com a música Não Precisa Mudar, de Ivete Sangalo e Saulo.
- Saulo Roston, 20 anos, de São Paulo, que no ano passado não conseguiu classificação para a final, mostrou evolução e garantiu a vaga cantando Como Vai Você, de Roberto Carlos. 
- Evandro Elias, 25 anos, do Jacarezinho/RJ, conquistou a quarta vaga para a final com a música Alma Gêmea, de Fábio Jr.
- Marcos Duarte, 25 anos, de Santa Quitéria, no interior do Ceará, cantou Nosso Amor é Ouro, de Zezé Di Camargo e Luciano, e garantiu a quinta vaga.
- Júlio César, 21 anos, de Sapopemba/SP, garantiu a última vaga com a canção Coleção, de Cassiano. 
- Hélen Bitencourt, 18 anos, de Curitiba / PR, cantou Você Me Vira a Cabeça, sucesso de Alcione e composição de Chico Roque e Paulo Sérgio Valle
- Danielle de Morais, 25 anos, de Belo Horizonte / MG, cantou Amor Perfeito, sucesso de Roberto Carlos e autoria de Michael Sulivan e Paulo Massadas
- Priscila Borges, 26 anos, de São Vicente / SP, cantou Elevador, canção de Ana Carolina
- Thais Ferraz, 19 anos, de Barueri / SP, cantou Cabide, composta por Ana Carolina
- Taissa de Araujo, 24 anos, do Rio de Janeiro / RJ, cantou O Que É o Amor, de Tonico e Tinoco
- Raquel Soares, 23 anos, de Itaguaí/ RJ, cantou Só Por Você, sucesso de Guilherme & Santiago. 

Carismático, Rodrigo Faro diz que está rico



 

Quando trocou a Globo pela Record, no ano passado, Rodrigo Faro tinha acabado de fazer sucesso na pele de Tainha, um pescador pra lá de bronco em "O profeta". Ao não ter o contrato renovado, encontrou na emissora concorrente a chance de, finalmente, realizar um desejo antigo: tornar-se apresentador. Houve quem o aconselhasse a não dar um passo tão incerto, mas Rodrigo não desistiu. Nem mesmo quando teve que substituir Marcio Garcia à frente do "Melhor do Brasil" por quase a metade do salário do titular (algo em torno de R$ 70 mil). 
Pouco mais de um ano depois, o substituto virou a prata da casa. Tanto o programa de sábado quanto o bem-sucedido "Ídolos" dão a almejada audiência de dois dígitos. Quando a dança das cadeiras entre os apresentadores do SBT e Record começou, Rodrigo foi chamado para um café com os patrões e saiu com um contrato que vai até 2017. 
— Antes só me chamavam pelo nome do personagem que estava fazendo. O público era carinhoso se meu papel fosse o do bonzinho. Hoje, sou reconhecido como o Rodrigo — avalia. 
Perguntado se já está rico, Rodrigo, que está com 35 anos, é de uma franqueza que pouco se vê no meio artístico: 
— Estou, sim. Se quisesse, poderia parar de trabalhar hoje. Construí um bom patrimônio, ralei muito quando tinha que ficar longe da minha família para complementar o salário. As pessoas parecem ter vergonha ou medo do Imposto de Renda ao se assumirem bem-sucedidas. 
No papel de si mesmo, Rodrigo tem realmente se saído bem. De alguns sábados para cá, passou a pagar um mico atrás do outro quando rola o beijo entre os encalhados do quadro "Vai dar namoro". Num destes, dançou como Jennifer Beals em "Flashdance" e chegou a imitar Elvis Presley e Sidney Magal: 
— Começou com uma brincadeira e agora já é obrigatório, as pessoas gostam de ver a gente em situações meio ridículas, né? 
Do velho formato com Marcio Garcia, sobrou apenas o quadro do namoro. Rodrigo, porém, faz questão de frisar que nada é mais como antes: 
— Acho que conseguimos deixar o programa mais com a nossa cara. 

Viciado no ponto a ponto 
Rodrigo sonha, claro, com o dia em que possa fazer "O melhor do Brasil" ao vivo. Mas sabe que a logística seria bastante complicada. 
— Se tivesse um programa como o do Faustão, por exemplo, daria. Mas a gente tem muitas trocas de cenário que seriam impossíveis de fazer em menos de cinco minutos. A partir das próximas semanas, tenho o gostinho do ao vivo no "Ídolos", nas apresentações dos selecionados — explica. 
A carreira de apresentador — que começou no "ZY Bem Bom", da Band, após a saída dele do grupo Dominó — trouxe a Rodrigo um vício: 
— Lógico que fico ali no ponto a ponto (que mede minuto a minuto as alterações no Ibope). Isso é uma praga! Acesso de qualquer lugar, com um login e senha, de qualquer computador. Por ali, sei o que está agradando e o que podemos trabalhar melhor. Se me deixar, fico medindo a audiência de todos os programas da TV brasileira. 

Cercado por elas 
Rodrigo adora trabalhar em equipe. E o mais curioso: ela é composta quase que 90% por mulheres. A começar pela diretora do programa Rita Fonseca, que entrou em campo no lugar de Leonor Corrêa, que mudou-se para o SBT na bagagem de Eliana. 
— Olha, vou dizer uma coisa que parece soar como coisa de quem é apenas politicamente correto... Mas as mulheres têm uma inteligência superior a de nós, homens. A sensibilidade com que tratam qualquer assunto é necessário ao programa, que é acompanhado por mulheres em sua maioria — justifica o apresentador: — São elas que salvam uma pauta, que evitam que a gente ultrapasse o limite do bom senso. Eu adoro ser chefiado por mulher. 

Nada de sexo na zona 
Coisa de quem foi criado no meio delas. Mais especificamente pela mãe e a avó, já que o pai faleceu quando Rodrigo tinha apenas 8 anos. O príncipe da casa nunca foi tratado como tal. Ralava desde cedo e conversava abertamente sobre tudo. Absolutamente tudo. — Não fui aquele garoto que descobriu o sexo na zona, aos 13 anos, levado pelo pai. Todas as minhas dúvidas foram tiradas com minha mãe, que me deu uma noção muito bacana do universo feminino e do corpo da mulher — conta. 
Ironia do destino, vai saber, Rodrigo tem três mulheres sob sua guarda: a mulher, a modelo Vera Viel, e as filhas, Clara e Maria. Com Vera, já são 12 anos de relacionamento, entre namoro e casamento, que, segundo o moço, não teve altos e baixos em função de sua profissão e do assédio que ela proporciona. 
— A Vera já foi bem ciumenta. Muito, até. Mas nunca tivemos problemas por conta disso. Somos caseiros, não curtimos baladas. Poxa, a Vera dorme às 22h e eu à meia-noite (risos). Trabalho muito e tudo o que eu mais quero ao fim de uma jornada é voltar para a casa e ficar com minha família. Não tem espaço para traição — garante. 

Ele chora, sim! 
À primeira vista, pode-se imaginar que todo esse discurso de "bom moço criado pela avó" seja um tanto demagogo. Rodrigo poderia ser classificado como aquele homem "fooofo", ou até meio fora de moda, já que fala sobre e demonstra sentimentos num mundo em que escondê-los soaria melhor. Afinal, estamos falando de uma pessoa pública, alguém famoso, que do outro lado da tela parece inatingível. 
— Outro dia, me disseram que eu não podia chorar ou me emocionar com algum candidato do "Ídolos". Cara, não sou uma máquina. Não vou segurar uma emoção verdadeira. Quem me conhece, sabe que aquele cara na TV sou eu mesmo. Não tem ensaio, roteiro ou interpretação para fazer o que eu faço. Sou 100% eu — afirma. 
Rodrigo credita a boa fase a essa forma humana de apresentar seus programas. Quem o assiste consegue enxergar algo de genuíno ali: 
— Quando as pessoas falam comigo na rua e veem que sou o mesmo que assistem durante quatro horas no sofá, ficam felizes. Sou fiel a esse público assim como ele tem sido a mim. 

Laços de família 
Até os monges tibetanos, em determinado momento, devem ter lá seu momento de ira. Que controlam com muitos mantras, claro. Mas o que tira Rodrigo dessa redoma de tranquilidade? 
— Não me deixe com fome, que viro um monstro na sua frente. Meu humor muda seriamente, fico péssimo — entrega. 
Com um pouco mais de papo, descobre-se ainda que o moço é bagunceiro ("Só um pouco. Aprendi a me organizar quando morei sozinho") e que chega a desconcentrar os colegas antes de gravar ("Já tomei muita bronca por conta disso"). 
OK. Nada que desconstrua o mito. Para completar, Rodrigo curte até colocar laços de fita nos cabelos das pimpolhas. 
— Já quis muito ser pai de menino, mas nem sei como seria... Hoje conheço todas as bonecas que existem no mercado.

Rodrigo Faro quer vender sua casa no Rio


Pelo jeito, o animador Rodrigo Faro, tão cedo, não voltará a fixar residência no Rio de Janeiro, tanto que após renovar contrato com a Rede Record até 2017, colocou à venda sua residência na capital carioca.No comando de "O melhor do Brasil" e "Ídolos", Rodrigo não viu a necessidade de  continuar com uma propriedade em outro estado. Está à procura de um comprador.



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Rodrigo Faro vira a prata da casa na Record


Rodrigo Faro chegou à Record no ano passado, como uma aposta conveniente - ele havia rompido com a TV Globo e era uma opção barata para substituir Márcio Garcia à frente do "Melhor do Brasil". Hoje, a história é outra. Prata da casa, firmou-se como apresentador, tem dois programas, status e novo contrato até 2017.

"Hoje, digo que estou realizado. Faço o que eu gosto, do meu jeito. Quem me conhece sabe que sou assim, falo assim, gosto de gente, de me relacionar", resume o apresentador de 35 anos, que passou a conciliar "O Melhor do Brasil", aos sábados, com a segunda temporada de "Ídolos".

No reality musical, Rodrigo tem liberdade para brincar com os participantes, torcer por eles, contar as suas histórias. "Ler o teleprompter e sorrir é fácil", diz ele, em alfinetada rara, já que cultiva o bom-mocismo no discurso. "Me envolvo, rio e choro com as pessoas. Gosto de me igualar a elas, perder a distância que teria um apresentador comum. Eu brinco, mas mantenho o respeito. A intenção não é fazer rir."

Espelhado em Silvio Santos e Gugu Liberato - seus exemplos de "animador, não apresentador" -, Rodrigo não se constrange com as várias horas que passa na fila de candidatos, nas peregrinações às casas dos participantes e com torcidas melosas: "Já chorei em eliminação e todo mundo da produção veio me falar que apresentador não chora. E quem foi que disse isso?", questiona. "E eu choro mesmo", reforça.

Hoje, a rotina do apresentador é muito diferente da que mantinha na Globo, onde participou de oito novelas durante nove anos de casa. "Lá, me disseram que eu tinha de ser somente ator e isso sempre me incomodava", lembra Rodrigo, que chegou a gravar alguns programas do extinto "Fama", de formato parecido com o reality da Record. Não saiu do experimentalismo e acabou ficando de lado.

"Foi uma decisão unilateral. Tinha dois anos de contrato, mas rescindi. Meu sonho já era ser apresentador. Lá, eu não seria." Sua chegada à Record, em março de 2008, foi cercada de medo. "Me chamaram em outubro e passei meu fim de ano com um trevo na cabeça, sem direção", lembra o apresentador. Fechou contrato em março de 2008 e, no mês seguinte, tomou as rédeas de "O Melhor do Brasil".

"Muita gente me aconselhou a não ir, porque a comparação com o Márcio seria grande. E o cara é bom, é famoso. Era um desafio enorme, mas topei." Topou e aceitou a empreitada mesmo sem ganhar o salário do antecessor.

Em sua primeira semana com o microfone na mão, Rodrigo alcançou um feito até então inédito no semanal: 16 pontos de audiência. No quadro da paquera, elevou em dois pontos a média do ibope, entre 10 e 11, com picos frequentes de 14 pontos. O Vai Dar Namoro é o último quadro do programa e coincide com o horário de telejornal e de novelas nas emissoras concorrentes.

"Na verdade eu só melhorei uma coisa que já era boa com o Márcio", minimiza. No quadro, seu preferido no programa, dá vazão a outra carreira adormecida. "Já recebi propostas de gravadoras para gravar CD. É um plano que posso aceitar", aponta, saudoso da época de adolescência, quando liderava um grupo musical. "Não é uma aventura. Cantar é algo que sei fazer e sempre cultivei. Agora, só falta tempo." 
 

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